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Retratar ou não, eis a questão: o que “fazer a seguir aos quatro anos previstos no RCM” de cladribina oral?

03 abr. 2024

A palestra de Carla Cecília Nunes, no evento Trust 4 Life, teve como intuito a apresentação de evidência em torno do tópico “Treatment continuation with Cladribine and long-term strategies in year 5 and beyond”, com enfoque na publicação de um documento com recomendações. Em entrevista à News Farma, a neurologista da Unidade Local de Saúde de Coimbra faz um sumário das ideias-chave e comenta ainda o uso dos neurofilamentos como preditores de retratamento do doente com esclerose múltipla. Veja o vídeo.

Tal como na sua palestra, Carla Cecília Nunes explica que “se o doente estiver estável e não tiver fatores de mau prognóstico”, a estratégia a adotar será “manter apenas vigilância”. A neurologista expõe também o que fazer “no caso de ter fatores de mau prognóstico”.

De seguida, a especialista partilha a sua perspetiva relativamente ao uso de neurofilamentos enquanto preditor de retratamento: “O que nos diz a evidência é que os neurofilamentos, efetivamente, podem aumentar algum tempo antes de haver progressão da doença. Segundo Carla Cecília Nunes, já se está a fazer “pesquisa de neurofilamentos a muitos doentes, nomeadamente os de cladribina”, para se perceber se “podem funcionar como um marcador” e “uma janela de oportunidade” para se “ser menos contemplativos e atuar mais rapidamente”.

Link do artigo original:

https://www.myneurologia.pt/entrevistas/item/1195-retratar-ou-n%C3%A3o,-eis-a-quest%C3%A3o-o-que-%E2%80%9Cfazer-a-seguir-aos-quatro-anos-previstos-no-rcm%E2%80%9D-de-cladribina-oral.html

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